Encontrei na Internet esse projeto de bluescuritibano chamado Mesa Girante, to ouvindo agora e defino com uma palavra: Elegante!. O primeiro álbum foi lançado agora em janeiro de 2010 e a história do curioso nome e as músicas do álbum você encontra no myspace da banda. Tem tudo pra ser grande.. pra quem gosta de casa das máquinas e derivados..
Hoje em dia quem procurar no youtube vai encontrar vários garotos e garotas 'prodígios' na música. O grande da vez é LUCCIANOPIZZICHINI que tem apenas 7 anos no vídeo e olhe o nível da pegada. O Feeling do garoto é impressionante, a facilidade que ele tem de desenvolver os licks é muito bacana. Mais uma vez está provado que blues é sentimento e transpõe qualquer barreira.
"Beforeyou acuse me, take a lookatyourself..." =]
Agora, assista ele tocando Suzie Q ao vivo, a execução do solo me lembra o feeling B.B. King, buddy guy e os Slowhands do Eric Clapton. Incrível! Achei fantástico um garoto atualmente com essas influências.
O Peso é uma banda de um só álbum. Em busca do tempo perdido. Eu juro que tentei procurar muito mais coisas da banda, mais o máximo que encontrei foi uma participação no LP do primeiro Hollywood Rock e alguns vídeos no youtube.
Eu não sou o maior conhecedor da história da banda, mas quando ouvi a primeira coisa que me veio na cabeça foi 'cara, que som do caralho!! Eu não acredito que uma banda nacional faz um som desses'. O som tem um PESO blues com uma pegada e uns riffs tramados padrão Clapton na época John MayallandtheBluesbreakers e um vocal Poderoso que eu não consigo achar ninguém pra comparar no momento (...).
Talvez pelo curto tempo de banda (começou em 75 e não chegou até os anos 80), O Peso é menos conhecido que Casa das Máquinas ou Mutantes. Mas acreditem, é uma obra que tem que estar na coleção de todo bom apreciador. Meu pai comentou comigo quando conheci o som que o as faixas "não fique triste" e "Em busca do tempo perdido" eram hits na época dele de baladinhas nas discotecas. Eu prefiro "blues", "cabeça feita" e "Lúcifer" hehe.
Esse álbum é tanto uma influência quanto uma indicação, pois com certeza vai soar muito bem no ouvido de qualquer um q conheça Casa das Máquinas ou um LED ou até mesmo um bom Chicago Blues qualquer.
Álbum:
O Peso - Em busca do tempo perdido
01- Sou Louco Por Você 02- Não Fique Triste 03- Me Chama De Amor 04- Só Agora (Eu Estou Amando) 05- Eu Não Sei De Nada 06-Blues 07- Lúcifer 08- Boca Loca 09- Cabeça Feita 10- Em Busca Do Tempo Perdido 11- Pente (Bónus) 12- Não Fique Triste (Bonus) 13- Só Agora (Bonus) 14-Susi (Luis Carlos Porto)
Luís Carlos Porto (voz), Gabriel O'Meara (guitarra), ConstantPapineau (piano), Carlos Scart (baixo), Carlos Graça (bateria).
Esta aí a demo. Totalmente independente. Custou o que teve que custar, e que agrade a quem tiver que agradar!
Aqui vai um recado para todos os loucos do planeta: Escutem a nossa demo! Aproveitem o nosso som! Entendam a nossa música.
O único porém é que não temos uma arte para a capa. Então quem quiser ser voluntário para nos ajudar com a arte, o álbum agradece.
Vinís Voadores da Galáxia de Raul Seixas - Reviva a Sociedade Alternativa!!
01. A noite, a solidão e as estrelas (Mamborê/Bicsa) 02. Loop barba (Mamborê/Bicsa) 03. Pensando alto (Mamborê/Brada) 04. Nunca mais (Mamborê/Bicsa) 05. Tenha calma agenor (Mamborê/Bicsa) 06. Bom Dia (Mamborê/Bicsa) 07. Transar no mar (Mano Oxi/Brada) 08. Soneto de sentir o bem estar (Bicsa) 09. Bom Dia (Extra Jam)
Vinis do Raul é: Cesar "mamborê" Augusto - Guitarra Jhonny Brada - Vocal, Harmonica Matheus "Alemão" - Bateria Marcelo "Bradock" - Baixo Thiago "Bicsa" Nardi - Guitarra.
Baixei a pouco tempo esse álbum, que realmente me surpreendeu.. Eu até tempos atrás só conhecia o ScreamingTrees e os trabalhos do Mark Lanegan em conjunto com outras bandas (como os vocais no QueensofTheStone Age, etc).
A primeira vista achei o som um tanto quanto estranho, pois esperava algo parecido com o antigo grunge do ScreamingTrees (...), talvez não estava no momento nem no local ideal pra se ouvir um som desses. Mas com tempo de sobra, sentado no sofá ae dá república, eu comecei a perceber o real objetivo do som e a diferença que Mark Lanegan pôs em seu trabalho solo.
Pra quem conhece ScreamingTrees, o som vai soar um tanto quanto familiar, a diferença está no clima do som. Trata-se de um blues. A principio é o que diz qualquer site crítico que analisou o álbum. Mas é uma linha diferente, não estamos falando de solos de pentatônica e rifs tramados. O blues de Mark Lanegan está no clima do som, na atmosfera que ele transmite.
O álbum foi lançado em 94 e é o segundo da carreira de Lanegan. Encontrei no site dyingdays(dyingdays.net) um texto sobre toda a história e o contexto do álbum, escrito por Alexandre Luzardo, eis um trecho do texto que descreve muito bem o conteúdo do álbum em sí: "E é um disco emocionado, de sentimentos expostos, explícitos e palpáveis, e talvez por isso, é um disco extremamente acessível embora não seja um trabalho necessariamente popular." (ler mais)
Para quem não conhece o som, esse é o disco mais aconselhável para se começar a ouvir, se gostar do estilo eu aconselho a discografia inteira.. =] (que pretendo postar aos poucos aqui.)
Álbum:
Mark Lanegan Whiskey For The Holy Ghost 1 - Theriverrise - 4:30; 2 - Borracho - 5:41; 3 - House a home - 3:07; 4 - Kingdomsofrain - 3:23; 5 - Carnival - 3:40; 6 - Ridingthenightingale - 6:17; 7 - El sol - 3:42; 8 - Deadonyou - 3:10; 9 - Shootinggallery - 3:32; 10 - Sunrise - 2:56; 11 - Pendulum - 2:12; 12 - Judas touch - 1:37; 13 - Beggar's blues - 5:36;